domingo, 9 de setembro de 2012

A CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988 A Constituição Cidadã


RUBIA ARNALDO, 2012.
1 INTRODUÇÃO
A Constituição Federal de 1988 foi promulgada[1] no governo do Presidente José Sarney, diferentes garantias constitucionais foram inseridas, dando ao Poder Judiciário subsídios para agir quando for requisitado.
Como afirma Raposo (2002, p. 2), “[...] na Constituição Federal de 1988, analisando a inserção do direito à educação no rol dos direitos sociais, buscando avaliar a atribuição de direitos subjetivos ao cidadão”.
Nos artigos 205 a 2013 da Constituição Federal de 1988 relata o direito à educação, tendo o Poder Judiciário, a família e a sociedade de suma importância para garanti-la com o direito social (HUMENHUK, 2009, p. 1).
O governo federal tem criado diferentes programas, onde este artigo cita o EJA[2] e o SEEA[3], voltados para a educação de jovens e adultos, com o intuito de se ter um ensino adequado para a faixa etária.
2 EDUCAÇÃO
A Constituição Federal de 1988, nos artigos 205 a 213, afirma o direto a educação, a todos os cidadãos, inserindo e dando garantias aos alunos que não poderam ter acesso em idade regular à escola, o direito ao ensino fundamental, aos portadores de deficiência e o direito a creche, a criança de 0 a 6 anos (VALVINO, 2009, p. 3).
O estado e a família estão incluídos no artigo acima, onde deverá haver um incentivo de ambos com a sociedade, visando o crescimento pessoal, para que possam vir a serem cidadãos de bem, preparados para o mercado de trabalho.
Diferentes programas foram implantados, como o EJA, para que os alunos com idade fora da realidade educacional fossem reintegrados com metodologias, onde os mesmos pudessem acompanhar.
Como cita raposo (2002, p. 3):
Educação[...] constitui o ato ou efeito de educar- se; o processo de desenvolvimento da capacidade física, intelectual e moral do ser humano, visando a sua melhor integração individual e social. Significa também os conhecimentos ou aptidões resultantes de tal processo, ou o cabedal cientifico e os métodos empregados na obtenção de tais resultados. E, ainda, instrução, ensino.
Em 2003 o Presidente Luis Inácio Lula da silva, criou o programa SEEA, com o intuito de combater o analfabetismo, que tem a maior concentração na região nordeste. Os dados de 2009 mostram que 14,1 milhões de brasileiros com idade de 15 anos, não sabem ler nem escrever, os dados demonstram 10,5% da população geral, ou seja, os jovens deixam de freqüentar as escolas para trabalharem e ajudar os pais (ALVES, 2009, P.1).




[1] Ato privativo do Congresso Nacional que atesta, oficialmente, a existência de uma lei, com a ordem do seu cumprimento.
[2] Educação de jovens e adultos.
[3] Secretaria Extraordinária de Erradicação do Analfabetismo.

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

COMPOSTO IÔNICO, COM ÊNFASE PARA O CLORETO DE SÓDIO (Na Cl)


Denilda Cerqueira; Marli Santos; Rubia Arnaldo- 2012.

O estudo sobre compostos iônicos com ênfase para o Cloreto de Sódio (NaCl) faz- se através do entendimento das ligações iônicas, onde há a transferência de elétrons de um átomo para outro, e as interações entre os cátions (íons positivos) e os (íons negativos).
De acordo com Machado (2006, p. 30), “Os compostos iônicos são formados por ligações iônicas entre um elemento muito eletronegativo com outro pouco eletronegativo”, ou seja, é o resultado da interação de um metal com outro metal sendo os mesmos, cátions e ânions.
O Cloreto de Sódio, formado pelos Íons Na+ e Cl-, destaca- se como um dos componentes resultantes dessa ligação formando o sal de cozinha. O NaCl quando colocado em contato com a água torna- se bom condutor de eletricidade, o qual torna- se energeticamente (energético)estabilizado ao possuírem oito elétrons na camada de valência.
Segundo Coimbra (2005, p. 24): O NaCl quando em meio aquoso ou quando fundidos, tornam- se bons condutores de eletricidade, porque cátions e ânions estão livres para moverem- se sob a influência de um campo elétrico.
Dessa forma, pode- se concluir que os compostos iônicos são formados pela ligação entre um metal e um não- metal e que o Cloreto de Sódio além de ser utilizado na alimentação como sal de cozinha pode também ser usado como condutor de energia.

INFLUÊNCIA DA SALINIDADE NO CRESCIMENTO DE JUVENIS DE JENESY MULTIDENTADA (PICES)


ANA CRISTINA; MARLI SANTOS; RUBIA ARNALDO. 2007.
A bomba de sódio e potássio é uma enzima importante para o funcionamento celular, tendo seu potencial elétrico. De acordo com Castilho (2006, p. 1), “A bomba sódio e potássio é o processo ativo que permite a manutenção da concentração diferencial desses íons”.
Ao se colocar um peixe de água doce, que absorve água por um processo de difusão através de membrana semipermeável e íons são perdidos por outro processo de difusão, em um ambiente salino, haverá modificações no seu metabolismo, onde passa a absorver água e eliminar em menor quantidade através da urina com maior concentração de íons.
Sendo que, pelo mesmo ser de água doce, deveria perder totalmente água por causa do excesso de sódio, chegando a morte. Mas, como a espécie estudada suporta grandes modificações na concentração salina da água, seu crescimento é influenciado pela retenção de água e a utilização de um transporte passivo onde não há gasto de energia.
De acordo com Mai, Garcia, e Vieira (apud JUNIOR; NETO; JUNIOR, 2007).
[...] o crescimento é influenciado pela energia gasta na osmorregulação. [...] a salinidade pode estar aumentando a atividade das células pituitárias produtoras do hormônio de crescimento.
Com isso, pode- se concluir que o peixe estudado, utilizando a bomba de sódio e potássio adapta- se à mudança de ambiente regulando seu meio interno de modo a manter uma condição estável de sobrevivência pela interação de mecanismo de regulação.

O MODELO BIOLÓGICO DE BRONFENBRENNER Contribuições para o desenvolvimento humano.


RUBIA ARNALDO, 2012.
POLÔNIA, Ana da Costa; DESSEN, Maria Auxiliadora; SILVA, Nara Liana Pereira. A ciência do desenvolvimento Humano: tendências atuais e perspectivas futuras. Porto Alegre: Artmed, 2005.

Bronfenbrenner, nasceu em Moscou, Rússia em 1917. Graduou- se em música e em psicologia pela universidade de Cornell. Completou o mestrado em Harvard e em 1943 o doutorado na Universidade de Michigan, Participou do planejamento e da implementação de movimentos e projetos governamentais ligados a questão do desenvolvimento de seres humanos.
O capitulo quatro, indico para a análise critica, dá- se inicio destacando as décadas e os avanços da pesquisa pelo mesmo desenvolvido. As autoras poderiam esclarecer o que seria tratado no artigo com mais clareza, evitando antipatia do capítulo, o que fez com que o texto se tornasse monótono.
O capítulo relata a pesquisa do músico e psicólogo Bronfenbrenner. Defensor do modelo bioecológico, as autoras destacaram os conceitos e pretextos básicos do modelo, os pressupostos norteadores e as principais contribuições.
O pesquisador estava correto em 1970 quando discordou em partes dos modelos expostos para pesquisa naquela época, relatando sua justificativa sobre o mesmo, onde o primeiro modelo, o endereço ou localização, por ser comparativo entre classes e natalidade. Ele relata que, alguns casos, este modelo fica simplesmente na teoria, não havendo realmente a pesquisa necessária. No segundo o de tributos, levantamento de sexo, idade, indica a mesma colocação de observação do primeiro, se faz necessário, porem nem sempre os dados são reais. No terceiro nomeado nicho ecológico, estudo sobre o desenvolvimento humano, expondo localizações favoráveis e desfavoráveis. Quarto modelo, pessoa- contexto demonstra que a pessoa.
Esses modelos foram à base para Bronfenbrenner criar sua teoria e metodologia através da experiência, modificando-os em processo, pessoa, contexto e tempo.
Bronfenbrenner norteou o modelo ecológico, esclarecendo que o homem não recebe influencia exclusivamente do ambiente, mas da relação entre o individuo e o meio definido assim o processo.
A noção de pessoa identifica a peculiaridade de cada pessoa, que influencia no seu desenvolvimento.
O contexto humano está subdividido em fase, sendo as mesmas, microssistema (escola- família); mesossistema (escola, família e outros); Exossistema (ambiente externo dos pais); macrossistema (os três contextos anteriores juntos). O cromossistema sendo o quarto modelo destaca o tempo, situação, vivida pelas pessoas entre ambiente e sociedade em geral.
Posso citar Bronfenbrenner como pesquisador, que através da sua pesquisa outros pesquisadores puderam compreender o desenvolvimento humano esclarecendo situações e ações que ocorrem no dia- a- dia, podendo ser compreendidas, solucionadas e respeitando os contextos humano de forma a orientar a mesma corretamente.

domingo, 2 de setembro de 2012

PLANEJAR É IMPORTANTE?


Como afirma Oliveira (2007, p. 2): “Documentando o processo o planejamento é instrumento orientador do trabalho docente”.

O planejamento em qualquer área se faz importante. É através do planejamento que metas podem ser traçadas, observar se o objetivo foi alcançado e nortear futuras mudanças que possam surgir, para que erros anteriores não se repitam.

O planejar estágio se faz necessário, para formação do futuro formando como uma das disciplinas curriculares. A aproximação da realidade em que o estagiário irá analisar um cotidiano, onde situações que possam surgir devam ser corrigidas sem que haja a intervenção do profissional que o orienta, tendo o planejamento de estágio em mãos, o norteará para mudanças não programadas.

Através do planejamento de estágio o educador estagiário se norteará no que será tratado em sala de aula, levando o mesmo a se auto-analisar e avaliar, ou seja, se os objetivos do mesmo foram alcançados. Improvisos podem acontecer, porém não poderá sempre seguir dessa forma, o planejar o levará a traçar metas que para serem alcançadas deverão ser seguidas. As atividades que serão datas pelo educador regente devem ser cumpridas, pois faz parte do cronograma de ensino da escola, assim o planejamento prévio será de suma importância para que o professor orientador do estágio possa analisalo antes que seja aplicado em sala de aula.  

O professor deve possuir habilidade de construir um bom convívio social entre alunos de diferentes origens socioculturais e monitorar as regras inerentes a essa tarefa, sendo a classe de educação infantil, espera-se do professor que:

·        seja capaz de levar em conta as necessidades e os desejos dos alunos;
·        saiba criar uma relação de confiança com os alunos;
·        mostre que tem expectativas positivas quanto ao comportamento dos alunos;
·        esteja consciente das causas e conseqüências de preconceitos ligados a determinados papéis sociais;
·        estimule o bom convívio entre os alunos;

Os objetivos acima citados referem- se à forma do professor estagiário está atento, para que não haja diferente tratamento dos alunos. O objetivo principal do planejamento é possibilitar um trabalho mais significativo e transformador na sala de aula, na escola e na sociedade. O plano escrito é o produto deste processo de reflexão e decisão. Não deve ser feito por uma exigência burocrática, mas, ao contrário, deve corresponder a um projeto-compromisso do professor, tendo, pois, suas marcas.

A finalidade do plano é criar e organizar o trabalho. Para tanto, deve ser: objetivo, verdadeiro, crítico e comprometido. (VASCONCELLOS, 1995, p. 60).

REFERÊNCIA

OLIVEIRA. Elisabete Hulsmann Bauer de. Planejamento na Educação Infantil, 2007. Disponível em: < http://elisabethbauerinfancia.blogspot.com/2007/07/planejamento-na-educao-infantil.html>. Acesso em: 07 Set. 2010.

SMITT, Adriana; BENER. Fabiana F. C.; RAUSCH. Rita Buzzi Rausch.Registro do planejamento na Educação Infanti1995. Disponível em:
<http://www.unirevista.unisinos.br/_pdf/UNIrev_Rausch.pdf>. Acesso em 07 Set. 2010.

OS PRINCIPIOS BÁSICOS DA EDUCAÇÃO MODERNA E SUA INFLUÊNCIA NO PENSAMENTO BURGUÊS


2012/ RUBIA ARNALDO
1 INTRODUÇÃO
Na Idade Média a igreja teve um grande poder no pensamento e no comportamento das pessoas. Pirenne (1968, p. 59) cita que, “A igreja foi duramente a Idade Média a classe social mais importante”.
Com o surgimento da idade Moderna os princípios mudaram, surgindo tendências que revolucionaram esta época.
Segundo Viana (2005, p.50) “Foi extremamente relevante, pois, rompeu com o pensamento medieval, exortaram novos valores sobre o homem, o mundo e a relação com o espiritual”.
2 INFLUÊNCIA DA IGREJA NA EDUCAÇÃO NA IDADE MÉDIA
A escola era organizada pela igreja a qual localizava nos mosteiros, e tinha posse dos livros onde, poucos tinham acesso pelo alto preço cobrado pela igreja, que aproveitava o alto analfabetismo, só deixando a par o que lhe era devido, dessa forma o conhecimento ficava restrito.
Mais tarde junto à catedral foram fundadas as primeiras universidades, onde Santos (2002, p. 78) relata que “[...]com o tempo, mestres e alunos passaram a formar uma corporação de todos aqueles que se dedicavam aos estudos: eram as universidades”.
Grandes nomes influenciaram a educação sendo os mesmos, Roger Bacon[1], Santo Agostinho[2], São Tomás de Aquino[3], homens que juntaram a fé com a razão, onde a influência da igreja era grande e impedia a inclusão de doutrinas com medo de corromper a fé e os costumes.
As universidades iniciaram um debate para mudar o pensamento educacional da época, que teria no século seguinte. Duas tendências educacionais surgiram na Idade Média, a Patrística[4] e a Escolástica[5].
3 EDUCAÇÃO MODERNA
Nasceu da vontade de se ter liberdade e poder tomar suas próprias decisões, onde burgueses ao final da idade média, insatisfeitos com a igreja segue Lutero, que era contra os princípios da igreja e o seu modo de agir com os fieis.
Martinho Lutero foi o responsável pela tradução bíblica, mostrando às pessoas a verdade ali escrita dando origem a novas igrejas, o mesmo defendia uma educação para todos independente de classe social. Dessa luta formou- se o renascimento que tinha o modo de pensar independente, deixando as pessoas livres para formar suas opiniões.
Como cita Duarte (2000, p. 95) “Com base na livre interpretação da bíblia, foram surgindo outras igrejas [...].
3.1 RENASCIMENTO
Movimento intelectual que nasceu através de burgueses no final da idade Média, com o ideal de crescerem culturalmente, tendo posse dois seus direitos de ter suas próprias decisões.
Vicentino (1998, p. 32) afirma que, “Renascimento constituiu- se por assim dizer, no movimento cultural da burguesia acedente.
O renascimento teve características importantes para o seu desenvolvimento.
3.1.1 Humanismo
O movimento do humanismo era opositor a DEUS sendo antropocêntrico, ou seja, o homem era o centro das preocupações, destacando- se Erasmo de Roterdã, ilustre humanista, criticou violentamente a sociedade e a igreja de seu tempo.
Como relata Maia (2002, p. 229) “Os humanistas defendiam a idéia de que os ensinamentos deveriam ser baseados no período a.C, portanto provocaram uma grande revolução na época, pois eram cristãos e a educação medieval baseava- se no cristianismo.
3.1.2 Raciolanismo
Só se apegava ao que era realidade. Como cita Santo (2002, p. 86) “[...] o desenvolvimento das artes, da literatura e do espírito critico que levou ao progresso das ciências.
3.1.3 Individualismo
Representava a capacidade de alcançar o sucesso ou fracasso, para o mesmo foi permitido o individualismo.
4 ILUMINISMO
Trouxe conseqüências em que o homem queria mais transformações que mudasse realmente as pessoas.
Vicente (1998, p. 58) afirma que “Todos os conhecimentos humanos chegam à nossa mente através dos sentimentos (empirismo) e posteriormente se desenvolve pelo esforço da razão”. 
Os iluministas pregavam que todos os homens deveriam ter acesso ao conhecimento científico.


[1] Professor de Ciências Medieval.
[2] Filosofo.
[3] Filosofo.
[4] Defendia os papas e a fé vinha depois da razão.
[5] Era baseada na razão. A fé e a razão andavam em caminhos diferentes com uma parcialidade entre as mesma.