quinta-feira, 21 de julho de 2011

A IMPORTÂNCIA DOS JOGOS DE FAZ- DE- CONTA NO PROCESSO PEDAGÓGICO

Marileide Portela
2009
RESUMO
A importância dos jogos de faz- de– conta no processo pedagógico, é de fundamental importância para o principio da leiturapara a criança, sendo utilizadas, onde as mesmas reproduzem da forma que entendeu, utilizando jogos desde o jardim de infância.
1 INTRODUÇÃO
Os jogos de faz de conta trazem mudanças importantes para o decorrer do ensino aprendizagem, onde a escola transforma- se para o desenvolvimento do aluno utilizando como a experiência adquirida no exterior, ou seja, no ambiente familiar (BERNADETTE; BISPO; SANTOS, 2009, p. 2)
2 ESCOLA
A escola procura incluir educativos para uma melhor assimilação da leitura. Como afirma Zacharias (2009, p. 1):
[...] o papel do brinquedo, refere- se especificamente à brincadeira de  “faz-de-conta, como brincar de casinha, brincar de escolinha, brincar com um cabo de vassoura como fosse um cavalo. Faz referencia a outros tipos de brinquedos, mas a brincadeira “faz-de-conta” é privilegiada em sua discussão sobre o papel do brinquedo no desenvolvimento.
A criança necessita da fantasia da leitura, onde reproduzir o cotidiano da convivência externa adquirida com os pais.
O nível em que a criança se encontra é muito importante para se observar a evolução e assim criar um relatório de observar para uma futura analise do desenvolvimento.
O Jogo simbólico deve ser realizado espontaneamente, sendo iniciado desde o jardim de infância. Como afirma Zacharias (2009, p.1), A adaptação das condições concretas existentes nos jardins e o aproveitamento dos materiais disponíveis bem como as disponibilidades emocionais da criança permitem conjunturalmente a materialização e evolução do jogo simbólico.
3 CONSIDERAÇÕES FINAIS
A escola tem se reformulado para o trabalho com os jogos educativos, tendo dado inicio desde o jardim da infância. A observação da faixa etária é de suma importância para que se possa avançar no processo educativo.

REFERÊNCIAS
BERNADETE, Lourdes; BISPO, Railda; SANTOS, Simone. A importância do ato de brincar, 2009. Disponível em: <http://www.faced.ufba.br>. Acesso:27 mar. 2009.

ZACHARIAS, vera Lucia. A criança e o faz de conta: Uma abordagem do faz de conta e sua importância na educação pré- escolar. Disponível em: <http://www.centrorefeducacional.com.br>. Acesso em: 27 mar. 2009.

quinta-feira, 14 de julho de 2011

OS CAMINHOS PERCORRIDOS ATÉ DESCOBRIR O PRINCIPIO ALFABÉTICO.

Rubia G. S. Arnaldo
2011

RESUMO
Os caminhos percorridos até o principio alfabético ocorre através da escrita que tem como inicio as garatujas, e a leitura a partir do faz de conta, onde os pais lêem e a criança reconta como entendeu.
Palavras- chave: etapas; Crianças; Aprender.
1 INTRODUÇÃO
Os caminhos percorridos até descobrir o principio alfabético realizado pelas crianças tem inicio com a ‘escrita’, ou seja garatujas, onde são analisadas na pré escola por educadores que indicaram seu nível- silábico, vindo logo em seguida a leitura, que deve ser incentivada desde os primeiros anos de vida.
2 LEITURA
A criança deve ser incentivada desde cedo a ter gosto pela leitura, sendo os pais os mediadores, transmitindo de forma clara, dando oportunidade para que a mesma a reconte como lhe foi entendida, um faz de conta.
Como afirma Schotten (2006, p. 37), “É possível aprender a ler, lendo, quando a criança participa de situações didáticas em que é preciso ler e pensar[...]”.
As garatujas são produções realizadas por crianças no inicio da escrita. Educadores qualificados as observam indicando a fase em que a criança se encontra e qual a metodologia adequado poderá ser utilizada para que a mesma avance.
3 ESCRITA
A criança a partir dos seus dois anos de idade cria garatujas, ou seja, desenhos que pra mesma é considerado escrita, onde o pai deve incentivar, criando perguntas para seus desenhos (FERREIRO, 2007, P.3).
Na pré- escola as garatujas são acompanhadas por educadores que observam os alunos individualmente, onde são realizados relatórios para que possa ser analisado e definido, que atividade será realizada partindo do nível em que o aluno esteja.
Como afirma Schotten (2006, p. 36), “As idéias sobre a escrita construídas pelas crianças são diferentes, quando se trata de escrever, ou de interpretar a escrita produzida por outro”.
Existem 3 níveis em que o educando passa antes de está seguramente alfabetizado que são, nível pré-silábico; nível silábico; e silábico alfabético, citado pelo projeto Pedagógico Dinâmicos (2007, p. 01).
4 CONSIDERAÇÕES FINAIS
Os caminhos percorridos até descobrir o principio alfabético vem acompanhando da escrita e da leitura, onde a escrita é um processo que passa por níveis em que o educador é quem avalia das garatujas a escrita convencional e a leitura a criança reproduz o que lhe foi lido.
REFERÊNCIAS
FERREIRO, Emilia. Teorias de Emilia Ferreiro, 2007. Disponível em: <http:www.centrorefeducaçional.com.br>. Acesso em: 15 Jan. 2011.

MINISTERIO DA EDUCAÇÃO. Programa de Professores Alfabetizadores. Feira de Santana: Efeso, 2001, p.46.

PROJETOS PEDAGOGICOS DINAMICOS, 2007. Disponível em: <http://www.projetospedagogicosdinamicos.com>. Acesso em: 19 Fev. 2011.

sexta-feira, 8 de julho de 2011

FAMÍLIA E ESCOLA


Marli Santana dos Santos
Rubia Graciela de Souza Arnaldo
2007
A relação família e escola é fundamental no processo educativo. Porem, na realidade nem sempre isso acontece. Pelo contrário, é comum queixas vindo da escola em relação à ausência da família e vice- versa.
Hoje, poucos são os casos em que Família e escola compartilham a responsabilidade sobre a educação escolar, pois a mesma, convoca os pais para reuniões que acontecem duas vezes por sementre, às vezes por ano, onde irão expor o desempenho e o comportamento dos alunos. Resumindo- se nisso essa relação, onde os pais mantêm- se e são mantidos bastantes afastados dos acontecimentos escolares.
Por outro lado, para melhorar essa relação família- escola, está sendo feita a mobilização com base nos bons resultados obtidos na primeira experiência em 24 de abril onde acredita- se que o envolvimento dos pais leva a um melhor desempenho do aluno, que ganha segurança, auto estima e melhores notas. Pesquise realizada em abril, revelou que os apsi querem a repetição da família na escola em um dia de semana (MAGALHÃES, 2001).
Com isso, conclui- se que família e escola são pontos de apoio; são referencias que juntas somam pontos significativos para a formação do sujeito.
REFERÊNCIA
MAGALHÃES, Isabel. A família da escola. Jornal do MEC, Brasília, out. 2001.

terça-feira, 5 de julho de 2011

CONTRIBUIÇÃO DE LAMARCK PARA A FORMULAÇÃO DA TEORIA DA EVOLUÇÃO DAS ESPECIES DE CHARLES DARWIN


Denilda Santana Santos Cerqueira
Marli Santana dos Santos
Rubia Graciela de Souza Arnaldo
2007
Lamarck foi percussor para a formação da teoria da evolução das espécies, de Charles Darwin, pois foi a partir de suas observações que Darwin iniciou seus estudos para formular esta teoria onde foi possível explicar como os seres vivos se transformaram, se adaptaram ao ambiente.
Lamarck formulou duas leis para explicar a evolução das espécies. A lei do uso e desuso, onde os indivíduos perdem as características que não precisam e desenvolvem as que utilizam, e a lei da herança dos caracteres adquiridos, onde o caráter adquirido seria transmitido aos descendentes. Como afirma Guchert (2007, p. 17):
Ele supunha que eventuais alterações ambientais desencadeariam numa espécie uma necessidade de modificação, que propiciaria sua adaptação as novas condições vigentes. Nesse processo, a espécie poderia adquirir novos hábitos, fato que induziria a utilização mais freqüente de certas partes do organismo, causando-lhes uma hipertrofia ou o desuso de outras partes ocasionando- lhes uma atrofia. Assim, a espécie passaria a exibir características novas, que seriam transmitidas aos descendentes.
Esses estudos serviram como base para a formulação da teoria da evolução das espécies, pois Darwin concordava com a lei do uso e desuso, mas referente à lei das características não são adquiridas e sim nascem com o individuo.
Como cita Wikipédia (2007, p. 1): “Darwin aceitava a idéia do uso e desuso [...]. Não foi Darwin que refutou a teoria dos caracteres adquiridos, mas sim a descoberta dos mecanismos celulares da hereditariedade e da genética”.
Com isso, Charles Darwin provou para as futuras gerações, que Lamarck, apesar de não ter sido fundamentado e acreditado para os cientistas da época, contribuiu para a formulação da teoria da evolução das espécies, fato que deu segmento a diversas importantes para o mundo cientifico e para humanidade.
REFERÊNCIAS
GUCHERT, Jair Ary. Fundamentos de Ciências Biológicas. Indaial: Ed. ASSELVI, 2007.
WIKIPEDIA. Jean- Baptiste Lamarck: Disponível em: http://pt.wikipedia.org/wiki;jean-batsptiste_lamarck.html. Acesso em: 08 mai. 2007

domingo, 3 de julho de 2011

ALUNO EAD – A AUTONOMIA SE FAZ NECESSÁRIA?


Acassio de Souza Arnaldo
Bacharelado em Ciências Contábeis
10/12/10
RESUMO
 Este trabalho tem por objetivo estabelecer uma reflexão em torno do aluno EAD – a autonomia se faz necessária? Sim, sendo o mesmo uma nova modalidade de aprendizado, e educando deverá ter objetivos e determinações, para realização dos trabalhos e o estudo extraclasse.
 Palavras-chave: Autonomia; EAD; Necessidades.
 1.    INTRODUÇÃO
A sociedade, de um modo geral, sempre buscou estruturar regras, costumes e benefícios para  propagar sua espécie, qualidade de vida, assim como a construção de alguns mecanismos que pudessem atender suas necessidades. Atualmente, a sociedade que esta em busca do conhecimento exige atualização quase imediata do saber, como afirma Santos (2010, p. 1): “[...] pois a Educação a Distância tem sua estrutura descentralizada e proporciona uma nova vivência aos alunos e professores, trazendo em seu bojo uma nova cultura, a do trabalho em rede”.
A aprendizagem à distância surge como uma possibilidade e cria-se um novo olhar para a educação, pois ela disponibiliza as pessoas um novo modelo educacional, no qual utiliza os mecanismos tecnológicos disponíveis da época para alcançar diversos povos.
A EAD[1] é vista como a modalidade de aprendizagem que tem como contexto educacional a expansão veloz do aprendizado no cenário mundial. A liberdade de escolha, para determinar o seu espaço de estudo e tempo que será definida pelo aluno, necessitará de autonomia, fixando os prazos pré-estabelecidos pelo professor para que o aluno realize as suas atividades. Veiga (apud SANTOS, 2010, p.1).
2.    AUTONOMIA NA APRENDIZAGEM
A autonomia na aprendizagem tem se tornado algo de extrema importância, pois vem sendo de um modo democrático e necessita de disciplina, decisão, organização, persistência, motivação, avaliação e responsabilidade.
Cada indivíduo tem seu método preferencial de aprendizagem que adquire no decorrer de seu processo escolar. Para que o aprendiz construa sua autonomia de acordo com o tempo, o ensino à distância disponibiliza e torna viável várias linguagens de aprendizagem para um determinado assunto.
 Um aprendiz autônomo no universo acadêmico da educação à distância deve saber utilizar de certa forma os recursos tecnológicos que a modalidade disponibiliza, adequando as diversas necessidades individuais que vai de acordo a flexibilidade de horário para o estudo, atendimento personalizado, inovação das metodologias de ensino, aperfeiçoamento e novas oportunidades de avaliação da aprendizagem, sem manchar suas normatizações legais, assim como o grande crescimento de um relacionamento interpessoal. (ARCÚRIO, 2008, p. 02). Vejamos algumas das tecnologias utilizadas:

FIGURA 1: RECURSOS UTILIZADOS NO ENSINO EAD.

FONTE: MORAN, José Manuel. A ESCOLHA DE UM CURSO A DISTÂNCIA, 2010. Disponível em: < http://polotabirauab.blogspot.com/2010/03/escolha-de-um-curso-distancia.html>. Acesso em 10 dez. 2010.
A autonomia do aprendiz é respeitada na modalidade à distância, certa vez que reconhece as mudanças que acontecem na sociedade e lhes fornece subsídios de atualização e práticas educacionais condizentes à esta nova realidade mundial. A autonomia não significa independência, pois a educação é firmado socialmente, como destacou Freire (apud ARCÚRIO, 2008, p. 2): “[...] no giro epistemológico da educação a docência e a investigação vão juntas, onde todos os participantes serão investigadores e onde há o processo de recriação e criação do conhecimento”.
Ao professor cabe promover a comunicação na comunidade de aprendizagem, incentivando o intercâmbio de experiências e a circulação do saber entre os agentes do processo (ARCURIO, 2008, p. 03).
3.    OS DESAFIOS DA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA
 A educação a distância tem adquirido maior importância, seriedade e respeito de acordo as novas procuras sociais. Ainda que, tenha se tornado alvo de um enorme preconceito devido à abordagem qualitativa do ensino.
 O alcance do efetivo compromisso no ato da aprendizagem dos educandos e a superação do estigma que a caracteriza como um método fácil para se chegar à diplomação, este tema tem sido discutida por seus idealizadores e precursores que tentam por algum meio resolve-la.
Mais um desafio que um aprendiz do ensino a distância deve superar é o grande surgimento de inúmeros preconceitos para com o aprendiz do ensino a distância, observa-se que muitos são os desafios com os quais se depara a educação a distância, mas para cada um deles há uma reflexão e uma proposta.
A dificuldade que trata dos relacionamentos interpessoais na educação a distância é devido demonstrar formas de combate através de momentos presenciais individuais e coletivos, estruturação de comunidades educativas próximas às residências ou do trabalho, tutoria, assim como a utilização da tecnologia que derruba barreiras.
Ao tratar da importância mútua entre a autonomia e a coletividade, Arcúrio (2008, p. 3) destaca: “[...] a autonomia não é um valor absoluto, fechado em si mesmo, mas um valor que se define numa relação de interação social”.
São inúmeros os desafios que a educação a distância tem que passar, contudo para cada um dos mesmos há uma reflexão e uma proposta. Cabe aos seus idealizadores a perpetuação desta conscientização.
4.    CONSIDERAÇÕES FINAIS
 A autonomia da aprendizagem na educação a distância é um assunto que requer diversas discussões sobre o tema a respeito de seus inúmeros desafios e conquistas. Entender todos os seus verdadeiros significados de acordo as suas inovadoras formas de ensino e aprendizagem no tempo atual.
A utilização dos recursos tecnológicos abraçados pela educação à distância, é normal que estes contribuam com as possibilidades de compreensão e reelaboração de certo conhecimento, são formados e apresentados de varias maneiras e diferentes linguagens aos discentes. Oportunizar flexibilidade e adequação aos períodos de estudo, de acordo com a necessidade do interessado, é algo genial para um indivíduo pertencente à sociedade do conhecimento.
Nunca se deixar levar devido a uma determinada dificuldade, pois desafios foram criados para serem dignamente superados e não servem como desculpa de um provável erro de acordo com uma tentativa de superar os acertos.
5.    REFERÊNCIAS
 ARCÚRIO, Michelle Salgado Ferreira. Autonomia do aprendiz na educação a distância, 2008. Disponível em: http://www.partes.com.br/educacao/autonomiadoaprendiz>. Acesso em: 08 dez. 2010.

FREIRE, PAULO. SITUAÇÕES- LIMITE. In: ARCÚRIO, Michelle Salgado Ferreira. Autonomia do aprendiz na educação a distância, 2008. Disponível em: http://www.partes.com.br/educacao/autonomiadoaprendiz>. Acesso em: 08 dez. 2010.

MORAN, José Manuel. A ESCOLHA DE UM CURSO A DISTÂNCIA, 2010. Disponível em: < http://polotabirauab.blogspot.com/2010/03/escolha-de-um-curso-distancia.html>. Acesso em 10 dez. 2010.

SANTOS, Ednilde Guerra Terças.  EDUCAÇÃO À DISTÂNCIA: entraves e avanços, 2010. Disponível em: <http://www.anated.org.br/index.php/multimidia/artigos/159-educacao-a-distancia-entraves-e-avancos.html>. Acesso em: 08 dez. 2010.
VEIGA, Ricardo Teixeira. O ensino à distância pela internet: conceito e proposta de Avaliação. In: SANTOS, Ednilde  Guerra Terças.  EDUCAÇÃO À DISTÂNCIA: entraves e avanços, 2010. Disponível em: <http://www.anated.org.br/index.php/multimidia/artigos/159-educacao-a-distancia-entraves-e-avancos.html>. Acesso em: 08 dez. 2010.




[1] Ensino a Distância.